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Mãe e filho seguem a mesma missão no sistema prisional capixaba

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Neste Dia das Mães, histórias de dedicação e amor ganham ainda mais significado dentro da Secretaria da Justiça (Sejus). Entre elas, a da policial penal Uliceia Neuza Dias e do filho, Allan Dias de Oliveira, que compartilham não apenas os laços familiares, mas também a missão de atuar no sistema prisional do Espírito Santo.

Uliceia iniciou sua trajetória na Sejus em 2005. Atualmente, atua no Centro Prisional Feminino de Cariacica e carrega no olhar o orgulho pela profissão e pela história construída ao longo dos anos. “Amo o que faço”, resume.

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Foi acompanhando a rotina de trabalho e a força da mãe que Allan também iniciou sua caminhada na Secretaria da Justiça em 2007, aos 20 anos. Hoje, policial penal de carreira, e atuando na Academia de Polícia Penal do Espírito Santo (Acadeppen), ele relembra que entrou para o sistema prisional ainda muito jovem, em busca de uma oportunidade profissional e de um futuro melhor.

“Minha mãe sempre trabalhou muito para garantir dignidade, educação e oportunidades para mim e meus irmãos, sendo mãe solo. Hoje entendo que todo aquele esforço também era uma forma de amor. Tenho muito orgulho da trajetória da minha mãe, da honestidade, da responsabilidade e da força que sempre demonstrou em sua trajetória”, disse.

A trajetória dos dois também se cruzou em momentos marcantes. Após anos atuando como contratados em designação temporária, mãe e filho foram efetivados por meio de concurso público, em 2016.

Para Uliceia, ver o filho vestir o mesmo uniforme é motivo de orgulho e missão cumprida. “Tenho muito orgulho da profissão que escolhi e de toda a trajetória que construí dentro do sistema prisional. São muitos anos dedicados ao trabalho, enfrentando desafios, aprendendo diariamente e sempre buscando exercer minha função com responsabilidade e humanidade. Ver meu filho seguindo esse mesmo caminho é motivo de muita emoção para mim. Saber que, de alguma forma, meu esforço, meus valores e minha dedicação serviram de exemplo é uma das maiores recompensas que poderia receber como mãe”, pontuou.

Para Allan, mais do que seguir a mesma profissão, a experiência proporcionou amadurecimento e um novo olhar sobre o serviço público e a responsabilidade social do trabalho desenvolvido dentro das unidades prisionais.

“Sinto muito orgulho da minha trajetória e da trajetória da minha mãe. Tenho orgulho de ser Policial Penal e de fazer parte da Secretaria da Justiça. O sistema prisional me transformou como trabalhador e como ser humano. Foi dentro do trabalho que aprendi sobre responsabilidade, ética, compromisso coletivo e sobre a importância do serviço público. Também tenho orgulho de compartilhar essa história com minha mãe, que dedicou toda a vida ao cuidado dos filhos e ao exercício honesto da profissão”.

 

 

 


Fonte: SEJUS – Secretaria da Justiça


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