O Espírito Santo registrou o menor crescimento na geração de empregos formais do país em 2025, segundo dados do Novo CAGED divulgados em maio de 2026. O estado apresentou alta de apenas 1,5% no número de trabalhadores com carteira assinada, ocupando a 27ª posição no ranking nacional.
O resultado ficou abaixo da média brasileira, que foi de 2,7% no período, e também inferior ao desempenho da região Sudeste, que registrou crescimento de 2,08%.
O levantamento considera a variação percentual do estoque de empregos formais ao longo do ano, com base nas admissões e desligamentos registrados pelas empresas.
Enquanto o Espírito Santo aparece na última colocação, estados como Amapá, Paraíba e Piauí lideraram a geração de empregos formais em 2025, com resultados acima da média nacional.
O desempenho reforça um cenário de desaceleração no mercado de trabalho capixaba, especialmente quando comparado ao avanço registrado em outras regiões do país, como o Nordeste, que apresentou crescimento mais consistente.
Especialistas apontam que fatores como nível de atividade econômica, perfil dos setores produtivos e volume de investimentos influenciam diretamente os resultados do emprego formal. Até o momento, não houve detalhamento oficial sobre quais setores mais impactaram o desempenho do estado.
A divulgação dos dados ocorre em um momento de atenção para a economia local, já que o ritmo de geração de empregos é considerado um dos principais indicadores de crescimento e estabilidade econômica.












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