Uma ação integrada da Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia de Polícia (DP) de Boa Esperança, e da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES), realizada na manhã dessa terça-feira (24), resultou na prisão de um idoso de 75 anos, suspeito de abusar sexualmente da neta, de 13 anos. O investigado foi localizado no município de Nova Venécia, onde foi cumprido o mandado de prisão temporária.
A investigação teve início após o registro de uma grave denúncia formalizada pelo pai da vítima. A adolescente relatou os abusos praticados pelo avô materno.
De acordo com as informações, os crimes tiveram início quando a vítima tinha apenas cinco anos de idade. “Em decorrência dos fatos, a adolescente passou a apresentar relevantes sinais de abalo psicológico, havendo inclusive registros de episódios de automutilação. O pai, que mantém convívio com a filha em finais de semana e períodos de férias, procurou a unidade policial após tomar conhecimento das condutas por meio de relato direto da menor”, explicou o titular da DP de Boa Esperança, delegado Felipe Augusto Cavalcanti Mariano.
Diante da gravidade dos fatos e dos indícios reunidos, foi representada pela prisão temporária do investigado, medida que foi deferida pelo Poder Judiciário, visando à adequada apuração dos crimes.
“Após a formalização da denúncia, as diligências foram iniciadas de imediato. Ao perceber o avanço das investigações, o investigado evadiu-se do município de Boa Esperança com o objetivo de se furtar à aplicação da lei penal. Não obstante, por meio de trabalho investigativo contínuo e técnicas de monitoramento, foi possível identificar seu paradeiro no município de Nova Venécia, onde a ordem judicial foi devidamente cumprida”, informou o titular da DP de Boa Esperança, delegado Felipe Augusto Cavalcanti Mariano.
Após os procedimentos de praxe, o conduzido foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição da Justiça.
Obs: Os nomes dos envolvidos e do bairro onde o fato foi registrado não estão sendo divulgados para preservar a(s) identidade(s) da(s) vítima(s), conforme prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (Ecriad).
Fonte: Polícia Civil – ES












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