A ação foi realizada em conjunto com o Centro de Inteligência e Análise Telemática (Ciat) Serrano, a Delegacia Regional de Venda Nova do Imigrante, a Delegacia Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Venda Nova do Imigrante, a Delegacia de Polícia (DP) de Afonso Cláudio e a Polícia Militar do Espírito Santo (PMES).
As demais informações sobre a operação foram repassadas durante coletiva de imprensa realizada nessa terça-feira (27), na Chefatura da Polícia Civil, em Vitória.
O delegado-geral da PCES, José Darcy Arruda, destacou a atuação integrada entre as forças de segurança e a importância da operação para conter a criminalidade na região.
“A segunda fase da operação ‘Desarme’ resultou em várias prisões, armas apreendidas e na desarticulação dessa organização criminosa que atualmente está sufocando a região com extorsões, tráfico de drogas e pistolagem”, afirmou.
O titular do Denarc de Venda Nova do Imigrante, delegado Rodrigo Carvalho, explicou que os indivíduos capturados são de alta periculosidade e atuavam principalmente no comércio ilegal de armas de fogo na região Serrana, com foco no município de Afonso Cláudio.
Segundo o delegado, as investigações apontaram ainda o envolvimento dos suspeitos em crimes de extorsão e ameaça. Todos já eram conhecidos das forças de segurança pública, com histórico de atuação criminosa.
“As investigações tiveram início após a circulação de um vídeo gravado por um dos suspeitos durante uma extorsão. Nas imagens, o indivíduo aponta uma arma de fogo para uma pessoa dentro de um veículo, exigindo a realização de transações bancárias. Começamos a investigar fortemente esse indivíduo e outro suspeito que atuava diretamente com ele, que já se encontra preso preventivamente”, explicou Carvalho.
A partir disso, o Denarc reuniu outros elementos investigativos que comprovaram a participação de mais três alvos, os quais mantinham conversas com os suspeitos sobre o comércio ilegal de armas de fogo.
As investigações também revelaram que os envolvidos possuem extenso histórico criminal. Um dos investigados acumula mais de 20 ocorrências policiais por crimes como extorsão, violência contra a mulher e tráfico de drogas. Já o suspeito que está preso preventivamente possui passagem por tentativa de homicídio contra um policial militar, registrada no ano de 2022.
“Os indivíduos começaram com o crime de pistolagem, que foi se expandindo, passando a cometer outros delitos, como extorsão, ameaça, cobrança de dívidas e tráfico de drogas”, detalhou o delegado.
O comandante da Força Tática da 2ª Companhia Independente da PMES, tenente Purcino, também ressaltou a importância do trabalho integrado entre as forças de segurança.
“A operação foi muito bem planejada e executada. Os indivíduos não tiveram tempo de reação. Alguns alvos estavam próximos às armas de fogo, mas não conseguiram efetuar disparos, pois estavam cercados. Isso demonstra a importância do planejamento, da inteligência e da execução conjunta entre as polícias Civil e Militar”, enfatizou.
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Fonte: Polícia Civil – ES













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