O ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza voltou a falar publicamente sobre o caso da modelo Eliza Samudio, em entrevista que tem repercutido em podcasts e plataformas nas redes sociais, afirmando que não ordenou diretamente o assassinato, mas que tinha ciência do que ocorreria, reacendendo polêmica de um dos crimes mais chocantes do Brasil.
Segundo reportagem publicada em fevereiro de 2026, durante participação no Geral Podcast, Bruno disse que, embora não tenha dado a ordem explícita para o homicídio, ele reconheceu que estava ciente da situação e que outras pessoas, especialmente Luiz Henrique Ferreira Romão, conhecido como Macarrão, teriam assumido as decisões no conflito com Eliza.
O ex-atleta, que foi condenado pela Justiça brasileira como mandante do crime em 2013, continua a negar que tenha sido o responsável legal pela morte, mas admitiu que tinha conhecimento prévio sobre os fatos e criticou sua própria omissão no episódio. Eliza desapareceu em junho de 2010 e seu corpo nunca foi encontrado, mesmo após anos de buscas e investigações. Bruno também comentou que não sabe o paradeiro dos restos mortais de Eliza, afirmando que, se tivesse qualquer indício concreto sobre o destino do corpo, já teria entregado à família da vítima. Ele disse ainda que guarda boletins de ocorrência e detalhes do caso por envolver outras pessoas e facções, mantendo certas informações em sigilo.
A fala vem em um contexto de atenção renovada ao caso, que segue sendo pauta em debates sobre sistema de justiça, responsabilidades e direitos das famílias de vítimas de crimes de grande repercussão. O passaporte de Eliza, encontrado em Portugal no início de 2026, também trouxe novo foco para a história, embora não esclareça o destino final da modelo.
O que dizem os fatos históricos
• Eliza Samudio desapareceu em 2010 após encontro com Bruno, com quem teve um filho.
• Bruno foi condenado por homicídio qualificado, sequestro e ocultação de cadáver, com pena que chegou a mais de 20 anos de prisão.
• A Justiça entendeu que ele participou de forma indireta e conivente com o crime, mesmo que ele negue ter ordenado a execução.
• Restos mortais nunca foram localizados, e o caso ainda levanta perguntas e teorias na sociedade brasileira.
Conclusão
As declarações recentes de Bruno trouxeram novamente o caso de Eliza Samudio à tona, gerando discussão sobre omissão, responsabilidade e justiça, além de manter o assunto em alta nas plataformas de busca e redes sociais.













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