
A Receita Federal, em ação conjunta com a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Secretaria da Fazenda de Minas Gerais, deflagrou na manhã desta terça-feira (26) a operação Sinal de Fumaça II, que tem como objetivo desarticular uma rede de produção, distribuição e comercialização de cigarros clandestinos ou sem controle fiscal.
Ao todo, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão preventiva em quatro estados: Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo.

Durante a ação, equipes apreenderam malas e caixas cheias de cédulas de dinheiro, cujo valor total ainda não foi divulgado pelas autoridades. Segundo a Receita Federal, o grupo investigado atuava de forma estruturada, com integrantes estrategicamente posicionados para garantir o funcionamento do esquema, que envolvia fraudes fiscais, corrupção e lavagem de dinheiro.
As investigações apontam que servidores públicos recebiam vantagens indevidas para facilitar as atividades criminosas. O prejuízo estimado aos cofres públicos é de cerca de R$ 50 milhões em sonegação de impostos.
Participaram da operação 13 auditores-fiscais e analistas-tributários da Receita Federal, além de 69 policiais federais. Os investigados poderão responder por sonegação fiscal, organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

A operação é um desdobramento da primeira fase da Sinal de Fumaça, deflagrada anteriormente para combater irregularidades no setor de cigarros.


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