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Empresário investigado em contrato da Festa da Cidade de Colatina é exonerado da Câmara de Vitória

O MPES aponta que a secretária teria firmado o contrato, no valor de R$ 381,4 mil, “de forma dolosa e com desvio de finalidade”, desconsiderando

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Paulo Henrique Caldeira Miranda, apontado pelo MPES como dono da empresa contratada irregularmente para a Festa da Cidade de Colatina, foi desligado do cargo de assessor pleno nesta segunda-feira (25).

 

O empresário Paulo Henrique Caldeira Miranda, investigado em um caso de improbidade administrativa envolvendo a Festa da Cidade de Colatina 2025, foi exonerado do cargo de assessor pleno da Câmara Municipal de Vitória nesta segunda-feira (25). Ele ocupava a função desde março deste ano.

 

De acordo com a assessoria da Casa, a exoneração foi adotada de forma imediata, assim que a Presidência tomou conhecimento do caso pela imprensa. A decisão já foi publicada no Diário do Legislativo.

> “A medida foi adotada enquanto se aguarda a apuração dos fatos pelas autoridades competentes. Comprometida com a ética, a legalidade e a transparência no serviço público, a Câmara acompanhará com atenção o desenrolar do caso”, informou a Câmara de Vitória em nota.

Segundo o Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), Miranda é o proprietário da empresa +707 Soluções em Marketing e Eventos Ltda., contratada pela secretária de Cultura e Turismo de Colatina, Loressa Pagani Campostrini Pretti, de forma considerada irregular.

O MPES aponta que a secretária teria firmado o contrato, no valor de R$ 381,4 mil, “de forma dolosa e com desvio de finalidade”, desconsiderando recomendações técnicas da Procuradoria Municipal. O montante já foi bloqueado pela Justiça.

A decisão da Vara da Fazenda Pública Estadual, Municipal, de Registros Públicos e Meio Ambiente de Colatina, publicada na última quinta-feira (21), destacou irregularidades no edital de contratação e recomendou ajustes para adequação à Lei de Licitações.

( 📷 Foto: Divulgação Redes Sociais)


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