A Polícia Civil do Espírito Santo (PCES), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) de Vila Velha, prendeu em flagrante, na manhã dessa quarta-feira (12), um homem de 44 anos, suspeito de estupro, ameaça e lesão corporal qualificada, no contexto da Lei Maria da Penha. O crime ocorreu após a vítima recusar manter relação sexual com o ex-namorado, sendo agredida e mantida sob ameaça na residência do suspeito.
Pela manhã, a vítima, uma mulher de 47 anos, procurou a Deam de Vila Velha e relatou ter sido vítima de estupro praticado pelo ex-namorado, de 44 anos. Ela informou que foi mantida na residência do suspeito durante a madrugada e que conseguiu deixar o local nas primeiras horas do dia. Segundo o relato, o crime ocorreu após um encontro entre ambos. A vítima afirmou que, diante da recusa em manter relação sexual, foi agredida e ameaçada pelo suspeito. Ela apresentava lesões aparentes e foi imediatamente acolhida pela equipe policial, que adotou as medidas legais cabíveis.
Com apoio da Inspetoria da Mulher de Vila Velha, os policiais se deslocaram até a residência do suspeito, mas ele já havia deixado o local. Posteriormente, o homem entrou em contato com a vítima e marcou um encontro em uma praça no Centro de Vila Velha. No momento em que o suspeito estacionava o veículo, os policiais realizaram a abordagem e deram voz de prisão.
O homem foi conduzido à Delegacia Regional de Vila Velha, onde foi autuado em flagrante pelos crimes de estupro, ameaça, lesão corporal qualificada, em concurso material, e violência psicológica contra a mulher, todos nos termos da Lei Maria da Penha. Um aparelho celular foi apreendido com o suspeito, e o veículo utilizado por ele foi encaminhado ao pátio credenciado.
Após os procedimentos de praxe, o conduzido foi encaminhado ao Centro de Triagem, localizado no Complexo Penitenciário Rodrigo Figueiredo da Rosa, onde permanece à disposição da Justiça.
Observação: O bairro onde ocorreram os fatos não será divulgado, a fim de preservar a identidade da vítima, em razão de se tratar de crime contra a dignidade sexual e para evitar sua revitimização.
Fonte: Polícia Civil – ES













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