A Polícia Civil do Espírito Santo investiga uma quadrilha especializada em furtos a apartamentos de luxo na Grande Vitória. O grupo é suspeito de causar um prejuízo superior a R$ 700 mil após invadir um imóvel de alto padrão na Praia da Costa, em Vila Velha.
Segundo as investigações, as suspeitas utilizavam uma estratégia discreta para conseguir acesso aos condomínios. Bem vestidas, com aparência sofisticada e comportamento considerado “natural”, elas se apresentavam como parentes dos moradores para entrar nos prédios sem despertar desconfiança.
O caso ganhou repercussão após a divulgação de detalhes da ação criminosa, que aconteceu em um apartamento localizado em uma das áreas mais valorizadas do Espírito Santo.
De acordo com a Polícia Civil, duas mulheres chegaram ao condomínio afirmando ser netas da proprietária do imóvel. Após conseguirem acesso ao prédio, elas furtaram joias, dinheiro, relógios, eletrônicos e outros objetos de alto valor.
Imagens do circuito interno de segurança mostram as suspeitas deixando o local carregando malas e bolsas com os materiais levados do apartamento.
As investigações apontam que o grupo criminoso seria formado por integrantes de São Paulo e teria atuação em diferentes estados brasileiros. Até o momento, quatro pessoas foram presas e um dos suspeitos continua foragido.
A polícia também revelou que os criminosos utilizavam informações pessoais obtidas ilegalmente na internet para selecionar vítimas de alto poder aquisitivo. Dados como endereço, telefone e perfil financeiro ajudavam na escolha dos alvos.
A localização de um aparelho eletrônico furtado ajudou os investigadores a identificar o paradeiro dos suspeitos. Os agentes chegaram até uma pousada na Serra, onde parte do grupo estava hospedada, além do veículo utilizado durante a ação criminosa.
A Polícia Civil alerta moradores e administradores de condomínios sobre a necessidade de reforçar protocolos de segurança, principalmente em prédios de alto padrão. A recomendação é confirmar identidades e evitar liberar visitantes sem autorização direta dos moradores.
O caso segue sob investigação.












Deixe um comentário