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Produtor de petróleo, Catar pede diálogo a EUA e Venezuela

Invasão militar na Venezuela partiu de 20 bases e usou 150 aeronaves

O Ministério das Relações Exteriores do Catar expressou preocupação com o ataque dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores. O país pediu moderação e diálogo, “como meio adequado para abordar todas as questões pendentes”, declarou em nota. 

O Catar reafirmou a posição em defesa da Carta das Nações Unidas e aos princípios estabelecidos do direito internacional, incluindo as obrigações previstas de resolver as controvérsias internacionais por meios pacíficos.

O Catar também se colocou à disposição para “contribuir com qualquer esforço internacional destinado a alcançar uma solução pacífica imediata e sublinha o seu compromisso em manter abertos os canais de comunicação com todas as partes envolvidas”, diz o comunicado. 

Estados Unidos e Catar são países aliados. Foi no Catar que foram realizadas negociações para um possível cessar fogo na Faixa de Gaza, entre Israel e Hamas. As reuniões contaram com a participação do governo estadunidense. 

Petróleo

Localizado no Oriente Médio, o Catar tem a economia voltada principalmente para a produção de petróleo e de gás natural.  

Após ataque à Venezuela e a captura de Maduro e Flores, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, justificou a invasão com acusações de narcotráfico por parte do governo Maduro, embora sem provas. Também deixou claro que o setor petrolífero venezuelano, que possui as maiores reservas conhecidas do planeta, passará a ser controlado por empresas norte-americanas. E ameaçou com uma segunda onda de ataques caso haja resistência do país.  

Fonte: Agência Brasil


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