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PGR se manifesta contra PF dentro da casa de Bolsonaro, mas libera vigilância externa com câmeras

Gonet argumenta que não há indícios de uma “situação crítica de segurança” dentro da casa que justifique o reforço policial permanente

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Brasília — Em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Procurador-Geral da República (PGR), Paulo Gonet, se posicionou firmemente contra a presença contínua de agentes da Polícia Federal (PF) no interior da residência em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar — mas abriu caminho para formas menos intrusivas de vigilância externa.

 

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Negativa à presença interna

 

Gonet argumenta que não há indícios de uma “situação crítica de segurança” dentro da casa que justifique o reforço policial permanente . Ele ressalta que a custódia domiciliar mantém-se adequada, sendo mais gravosa a instalação de agentes no local . O procurador enfatiza a necessidade de “equilíbrio entre o status atual do Sr. Jair Bolsonaro e os interesses da Justiça Pública” .

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Permissão para vigilância externa com limites

 

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Embora rejeite a presença interna de policiais, Gonet concorda com o reforço da fiscalização nas áreas externas — como a rua, a entrada do condomínio onde está a residência e as proximidades imediatas .

 

Ele sugere especificamente o uso de monitoramento visual não presencial, em tempo real e sem gravação, como alternativa prudente à presença física continuada de agentes .

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Razões e contexto da decisão

 

A manifestação de Gonet reflete preocupações com o risco de fuga de Bolsonaro, especialmente diante da proximidade do julgamento da ação penal no STF . O procurador menciona mensagens e arquivos encontrados no celular do ex-presidente, entre eles uma minuta de pedido de asilo à Argentina e articulações com apoiadores internacionais .

 

Apesar desses alertas, Gonet conclui que a vigilância domiciliar eletrônica já vigente, aliada ao reforço na vigilância externa, deveria ser suficiente para prevenir tentativas de evasão .

 

A palavra cabe ao STF

 

A decisão final sobre as medidas de segurança caberá ao ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF. Ele já havia determinado o monitoramento do condomínio por policiais penais do Distrito Federal, sem permitir ações intrusivas dentro da residência .

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Foto: Reprodução Internet
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